O Design Sprint foi construído a partir de um diagnóstico inicial que nos apontou uma grande necessidade na dimensão 'pessoas' dentre outras 6. Esta oportunidade foi vista como o principal fator de uma mudança cultural e, a melhor forma de iniciar uma mudança cultural é envolvendo as pessoas certas. Então foi mobilizada ação para a criação de soluções digitais em 5 dias.
Entende-se que a cultura digital revela como os colaboradores tratam a transformação digital e a inovação na cooperativa, podendo ser evidenciada pelo engajamento e pelo ambiente propício para a exploração do tema. Para que isso acontecesse na prática, algumas ações foram estabelecidas para promover comportamentos e posicionamentos aderentes à estratégia de Transformação Digital e Inovação. 4 pilares guiaram a iniciativa:
Em 2024 foram rodados 8 sprints que focaram em comportamentos, revisão de processos e ajustes analógicos e em 2025 segue-se com os grupos, com o foco na prototipagem, e os encontros acontecem por 5 dias consecutivos seguindo a metodologia de Design Sprint. Ao final, encerra-se com o protótipo validado que, em seguida, entra em uma esteira de desenvolvimento para a construção do MVP (Mínimo Produto Viável).
O maior ganho é a assertividade dos MVPs que são validados com diversas áreas. Além disso, a própria metodologia promove um senso crítico e de priorização, impactando diretamente na eficiência da equipe de desenvolvimento, sem exceções, para validações ou funcionalidades desnecessárias.
Os objetivos são envolver as 42 áreas de negócios nos desenhos e atingir um nível de digitalização assertiva nestes departamentos até final de 2028.
Responsável pelo case
Alessandro Branco
Especialista de Projetos Estratégicos
E-mail: acbranco@agraria.com.br
Implantação de formulários digitais para modernizar e padronizar os registros da área de Qualidade nas unidades industriais.
Processo de automatização foi realizado a partir da adaptação de tecnologia desenvolvida na Holanda e gerou ganhos em padronização, velocidade e diminuição de custos. RESUMO CARDEm 2015, a Frimesa fez investimentos de R$ 6,5 milhões para automatizar uma de suas linhas de corte. Objetivo era padronizar cortes, reduzir desperdícios e exposição dos trabalhadores a atividades insalubres. Economia de R$ 5,2 milhão por ano fez com que o retorno dos investimentos ocorresse em 1,3 ano.
O Programa de Melhoria Contínua foi desenvolvido para, sobretudo, melhorar a qualidade no processo de grãos de soja. Os objetivos do programa foram levantar as causas dos problemas, mapear os processos e elaborar o plano de trabalho contínuo e gradativo.
O Connect é o programa da cooperativa para relacionamento com jovens cooperados, filhos e filhas de cooperados.